segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ataque sem causa




Na Noruega um Ultra –direitista ensaia os passos de um terrorismo já conhecido, explosões e tiros que matam pessoas e não alcançam direito algum, pelo contrário, a onda mortal em Oslo acertou vidas mas errou metas, nunca vi conseguirem direitos com balas, a não ser na época da guerra, o que na verdade não também não era direito algum produzido, mas sim interesses por terra e poder.
Não há diferença entre as mortes do Afeganistão ou as recentes de Oslo, mas há no ar o sentimento de que ninguém está seguro, lá carros bombas, homens bombas, na Europa um extremista que, sequer digo o nome, se auto-proclama detentor da vida dos outros, esquematiza suas tarefas anti-vida pela internet, explora fórmulas de bombas caseiras e estoura prédios e jovens Noruegueses.
Seus minutos de fama nunca serão esquecidos, porém a estupidez de atos dessa natureza lembra muito mais movimentos de facismo e rebeldia sem causa, para mudar a direção de um país via regras democráticas sabemos que é difícil, aqui no Brasil temos uma porção de problemas quanto a democracia, aqui temos a pseudo-democracia (ex:voto por lista, superfaturamento) que nos deixa confusos e irados, mas ninguém explode a esplanada, no máximo nossos protestos são repelidos pela polícia, que na verdade se esquece do direito ao protesto passivo e também de alguns manifestantes que se esquecem que pedras devem ficar no chão e não virarem armas, mas no geral somos bem educados quando reivindicamos direitos.

Rodrigo Rocco

terça-feira, 19 de julho de 2011

Crise de grana





Sempre que escuto falar em economia a palavra “crise” está no meio, a crise agora se chama Grécia, calote ao FMI, a crise explode e vira italiana, a Itália corta gastos e empurra para Portugal, a crise vai para os Estados Unidos e o país Bam-bam-bam nas guerras, e nas “pacificações“ via oriente médio da adeus ao Osama, mas não se livra das agências de classificação de risco, lá o Obama  luta contra os republicanos que querem a redução dos custos sociais que é a base do estilo Barack, numa comparação bem esdrúxula é o mesmo que retirar o bolsa família que alimenta os votos do governo DILMA (Lula). Ainda falando dos Gregos, eles trocaram sua moeda Dracma, a bastante tempo pelo euro uma moeda forte para unir-se ao novo formato europeu, porém o formato europeu não permitiu ao gregos uma adaptação aumentando a divida do país, agora os outros países que vivem via Euro querem criar uma agência de classificação de risco européia para não terem um nota “lixo” como a Grécia foi definida pelas agências de risco americanas.

Enfim, crise é a palavra que sempre vai existir na economia, quando a bolha americana estourou em 2008 , as agências de risco não falavam anteriormente que tudo estava para estourar, mas quando a crise se aprofundou os americanos que pegavam empréstimos a perder de vista não conseguiram pagar, tornando os calotes em uma bomba que quebrou bancos e sonhos, o crash americano anterior mostra que o aumento de endividamento atual americano pretendido pelo presidente Barack é necessário.

 O gasto com o ministério da defesa americano é absurdo, toda essa luta contra o terrorismo virou carnificina de vidas e do dinheiro público em balas e em bombas, os países do Oriente Médio precisam de uma intervenção, mas não necessariamente dos soldados americanos, a religião e política lá andam juntas, e para esse tipo de “crise” só separando um do outro, política e religião juntos levam ao fanatismo, fanatismo cega, mata e é interpretado subjetivamente, para lá só Allah.   

Rodrigo Rocco