terça-feira, 22 de novembro de 2011

Mancha amarela



 Onde se vê amarelo


Era apenas um dia
Era apenas uma folha
Era a mistura do amarelo com o azul
Era o sol criando vida

Abaixo o chão não se via
Só céu
Somente nuvem
Um ramo no meio do vasto azul

Coberto por folhas, ramos
Encostando apenas na visão daqui
De lá apenas uma mancha amarelada
De cá beleza suave
Caindo a espera do verão


Rodrigo Rocco


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Monique Mattos - Ganhadora do concurso camisa na lata


Segue a foto da vencedora do concurso camisa na lata,  a estudante Monique Mattos  que ganhou o concurso com a frase enviada para o vídeo do músico Anderson Branco, exibido aqui no blog e divulgado no facebook : "Ele consegue transmitir o que quer dizer com os dedos, sem precisar de palavras para ser entendido! EXCELENTE, adorei".

Acompanhem as novidades do blog e do site!

Rodrigo Rocco



sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Anderson Branco - Artista Na Lata

Vejam com exclusividade um dos artistas do Na Lata mostrando um pouquinho da sua qualidade musical
Seu nome é Anderson Pereira, mais conhecido como Anderson Branco, ele toca jazzz e bossa como nínguém.Aproveitem! 






Rodrigo Rocco


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

As estrelas morrem cedo ou os talentos não têm capacidade psicológica?



  
       Quando penso em artistas, pessoas que morrem cedo por conta do consumo de drogas penso em duas coisas, o sucesso veio muito cedo e a pessoa não conseguiu lidar com a quantidade de facilidades ao qual é jogada, ou tal pessoa sofria de uma grave depressão associada ao vício, o que causa um  transtorno mental dos mais abaladores, desde quedas no palco até vexames piores.
       Alguém se lembra do Kurt Cobain, do Jimi Hendrix, Jim Morrison, Janis Joplin (essa já estava bem acabadinha). O caso Amy Wynehouse não se trata de um estigma ou maldição dos 27 anos, mas da simples junção de fatores, se o ser não está preparado para ter uma carreira de sucesso ou aceitar que todo o dinheiro que ganha não lhe faz o dono do mundo, ele terá uma carreira próspera e longa, já os que ficam presos a incapacidade do amadurecimento como ser humano tem uma vida curta, seja pega pela morte, seja pega pela incapacidade de voltar a mostrar o talento, vendo esse caso de morte de artistas precoces, eu me lembro de uma situação oposta , um dos fundadores do Pink Floyd de nome Sid Barret, que nasceu em 1946, mas só morreu em 2006, realizou criações fantásticas, porém o consumo de LSD fizeram com que não conseguisse prosseguir com sua capacidade artística, ficando neutralizado, com a mente fora de foco, morando com sua mãe, enclausurado em sua mente dominada pelos resquícios dos anos de LSD.
        Fica claro que a concepção de um novo artista depende muito mais de um estudo e apoio psicológico intenso do que mimos ao bel prazer, ninguém precisa de 50 toalhas brancas para ser feliz, ou trezentos lenços de seda no camarim, para se ter uma carreira basta saber fazer o melhor, e se o melhor desses artistas está apenas nas gravações eu não lamento a morte precoce, se foram, foi porque contribuíram para sua autodestruição, e se o fizeram por conta própria não posso lamentar, o máximo que posso fazer e pegar os cd, digo mp3’s antigos e ouvi-los para falar da capacidade musical de cada um desses, agora quanto a vida pessoal, deixo isso para os jornais de quinta categoria ou para os fás desesperados.


Rodrigo Rocco



Matéria:Rodrigo Rocco
Ilustração:Nikolas Espíndola
Obs:Agradeço a maravilhosa ilustração feita pelo artista  Níkolas Espíndola

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ataque sem causa




Na Noruega um Ultra –direitista ensaia os passos de um terrorismo já conhecido, explosões e tiros que matam pessoas e não alcançam direito algum, pelo contrário, a onda mortal em Oslo acertou vidas mas errou metas, nunca vi conseguirem direitos com balas, a não ser na época da guerra, o que na verdade não também não era direito algum produzido, mas sim interesses por terra e poder.
Não há diferença entre as mortes do Afeganistão ou as recentes de Oslo, mas há no ar o sentimento de que ninguém está seguro, lá carros bombas, homens bombas, na Europa um extremista que, sequer digo o nome, se auto-proclama detentor da vida dos outros, esquematiza suas tarefas anti-vida pela internet, explora fórmulas de bombas caseiras e estoura prédios e jovens Noruegueses.
Seus minutos de fama nunca serão esquecidos, porém a estupidez de atos dessa natureza lembra muito mais movimentos de facismo e rebeldia sem causa, para mudar a direção de um país via regras democráticas sabemos que é difícil, aqui no Brasil temos uma porção de problemas quanto a democracia, aqui temos a pseudo-democracia (ex:voto por lista, superfaturamento) que nos deixa confusos e irados, mas ninguém explode a esplanada, no máximo nossos protestos são repelidos pela polícia, que na verdade se esquece do direito ao protesto passivo e também de alguns manifestantes que se esquecem que pedras devem ficar no chão e não virarem armas, mas no geral somos bem educados quando reivindicamos direitos.

Rodrigo Rocco

terça-feira, 19 de julho de 2011

Crise de grana





Sempre que escuto falar em economia a palavra “crise” está no meio, a crise agora se chama Grécia, calote ao FMI, a crise explode e vira italiana, a Itália corta gastos e empurra para Portugal, a crise vai para os Estados Unidos e o país Bam-bam-bam nas guerras, e nas “pacificações“ via oriente médio da adeus ao Osama, mas não se livra das agências de classificação de risco, lá o Obama  luta contra os republicanos que querem a redução dos custos sociais que é a base do estilo Barack, numa comparação bem esdrúxula é o mesmo que retirar o bolsa família que alimenta os votos do governo DILMA (Lula). Ainda falando dos Gregos, eles trocaram sua moeda Dracma, a bastante tempo pelo euro uma moeda forte para unir-se ao novo formato europeu, porém o formato europeu não permitiu ao gregos uma adaptação aumentando a divida do país, agora os outros países que vivem via Euro querem criar uma agência de classificação de risco européia para não terem um nota “lixo” como a Grécia foi definida pelas agências de risco americanas.

Enfim, crise é a palavra que sempre vai existir na economia, quando a bolha americana estourou em 2008 , as agências de risco não falavam anteriormente que tudo estava para estourar, mas quando a crise se aprofundou os americanos que pegavam empréstimos a perder de vista não conseguiram pagar, tornando os calotes em uma bomba que quebrou bancos e sonhos, o crash americano anterior mostra que o aumento de endividamento atual americano pretendido pelo presidente Barack é necessário.

 O gasto com o ministério da defesa americano é absurdo, toda essa luta contra o terrorismo virou carnificina de vidas e do dinheiro público em balas e em bombas, os países do Oriente Médio precisam de uma intervenção, mas não necessariamente dos soldados americanos, a religião e política lá andam juntas, e para esse tipo de “crise” só separando um do outro, política e religião juntos levam ao fanatismo, fanatismo cega, mata e é interpretado subjetivamente, para lá só Allah.   

Rodrigo Rocco           

quarta-feira, 16 de março de 2011

Caos no coletivo




                                                                  Os ônibus e o caos

       Caros amigos que andam de ônibus vou citar abaixo algumas das condições e espécies de coisas que são possíveis ocorrer atualmente quando se usa esse transporte.

1 - Todos os ônibus qua antigamente tinha cores diversas e pareciam alegorias de escola de samba, agora estão praticamente da mesma cor, um tom meio acizentado, pode até parecer bonitinho, mas ônibus não é táxi, e se você não identificá-lo de longe pelas cores você vai ficar a pé.

2 - Alguns ônibus mudaram de número e demonstram isso num letreiro digital, bacana, moderno né?seria se os ônibus não passassem a 60 km por hora e o luminoso neon não demorasse 10 segundos para mostrar o destino e a mudança do número da linha, até lá meu caro, pode ter certeza que você também vai ficar a pé.

3 - Agora os ônibus diminuiram o número de bancos, isso que dizer o seguinte, menos conforto e mais dinheiro para as empresas que controlam o tranporte público, em vez de gastar com bancos, eliminí-os e caberá mais gente atochada dentro da lata de aço.

4 - Se de qualquer jeito você pegar um onibus deve ter sorte se veículo tiver cobrador porque agora os motoristas são multitarefas tipo bombril, suas utilidades são:
a-dirigir
b-receber o dinheiro e dar o troco certo
c- liberar a roleta
ou seja com uma mão ele dirige com a outra ele recebe o troco , enquanto acelera, e libera a catraca, se algum dia o motorista não tiver tomado muito red bull acredito que os acidentes são inevitáveis.



 Mas se você já está dentro do ônibus algumas coisas sempre acontecem segue abaixo coisas que não faltam quando se pega uma lotação.

1 - Alguém que resolveu ir ao supermercado e voltar pra casa de ônibus e senta ao seu lado com tantas bolsas que algumas vão tomando seu lugar, então o volume de bolsas e tão grande que elas caem no seu colo ,no chão e vão tomando conta da condução.

2 - Aquela criancinha comendo aquele biscoito de queijo fedorento que deixa o ônibus além de abafado, com cheiro de podre.

3 - Pessoas bêbadas que além de falarem contigo, sem você querer, ainda tentam te abraçar como se você fosse amigo delas, ficam contando que a vida está uma merda, e contam coisas pessoais, tipo minha mulher me largou, aquela safada, ou , meu emprego é uma merda chefe muquirana, isso tudo com um bafo de matar gambá.

4 - Tem gente que acha que no ônibus todo mundo tem que ouvir o que ela está escutando, então em vez de ela usar um fone de ouvido, ela coloca o som alto para todo mundo ouvir uns troços que só ela gosta, e caso você queira descansar por aguns segundos , isso é impossível porque alguém vai colocar no volume máximo alguma música de sertanejo universitário ou uma banda de forró, ou funk, ou rock ou seja que música for, não interessa o gênero de música, mas o problema e que além do trânsito ser barulhento, ainda temos pessoas se autoproclamando dj's no coletivo, além do calor você ainda tem uma rádio independente te obrigando a escutá-la.  
 
Rodrigo Rocco